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sábado, julho 11, 2009

João, o operário padrão

João chorava ao ver o Van Damme apanhando um pouco antes de vencer as lutas. Até se emocionava com finais de novela. Lia poesia, mas não era gay, não era.
Justificava dizendo que mulher adora essas coisas. A poesia certa faz qualquer paquita tremer e te dar gostosinho.
E depois do cigarro, quando declamava algo Camoniano rimando com a trepada, elas repetiam ainda mais amorosas.
As potrancas precisam de palavras doces e tapinhas de leve nas ancas. Só usou a palavra vadia quando uma delas suplicou-lhe ao pé do ouvido.
João era sensível!

3 comentários:

Alexandre Costa disse...

Venho aqui pra contar que estou de volta ao CONTOS E CULTOS...onde tudo começou e onde nos conhecemos!!! Espero você por lá na minha antiga nova casa.

Bjs
Ale

Giovani Iemini disse...

joão era viado, isso sim, só que não sabia.
hehehe

Larissa Marques disse...

era sim!